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ARTISTAS#02

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Conheça es artistes convidades que colaboraram com a EDIÇÃO#02 da Revista Corpo Futuro:

AILTON KRENAK

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AILTON KRENAK é um dos maiores líderes políticos e intelectuais surgidos durante o grande despertar dos povos indígenas no Brasil, ocorrido a partir do final dos anos 1970. A sua atuação tem sido fundamental para a luta pelos direitos indígenas e a criação de iniciativas como a União das Nações Indígenas e a Aliança dos Povos da Floresta. Professor Honoris Causas da Universidade Federal de Juíz de Fora, publicou o livro Ideias para Adiar o fim do mundo em 2019 e A vida não é útil em 2020.

ANDREIA DUARTE

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ANDREIA DUARTE é atriz, diretora e curadora. Trabalha há 20 anos no campo da arte e como aliada e parceria da causa indígena. Atualmente, está fazendo doutorado na Universidade de São Paulo (USP/ECA), onde estuda o cruzamento entre o teatro e os povos indígenas em uma perspectiva anticolonial. É diretora artística da produtora

Outra Margem, onde realiza projetos artísticos, como mostras artísticas, espetáculos, projeções e livros.

EDILAMAR GALVÃO

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Edilamar Galvão é pesquisadora nas áreas de arte e tecnologia, comunicação, jornalismo e cultura digital. Doutora pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), é coordenadora do curso de graduação em jornalismo da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap) e criadora do laboratório de produção de conteúdos jornalísticos multiplataforma LabJor, da mesma instituição.

JAIDER ESBELL

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em breve

KATU MIRIM

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Katú é Rapper, Atriz e Ativista. Através das redes sociais conta sua jornada em busca de si mesma e suas raízes, filha de aldeia e quilombo, resistência indígena na periferia, suas músicas falam de sua vida, da retomada de identidade, memória, racismo, gênero, espiritualidade e do todo que a faz ser quem é.

MOARA TÜPINÅMBÁ

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Moara Tupinambá é artivista visual e curadora autônoma, natural de Mairi do Pará (Belém do Pará). Seus ascendentes são nativos tapajowaras (aquele que pertence ao tapajós, que é próprio do lugar, em nheengatu). A origem paterna é da comunidade rural de Cucurunã e a materna da Vila de Boim(Tupinambá, localizada no Rio Tapajós). Atualmente faz parte do coletivo amazônida MAR e da associação multiétnica Wyka Kwara. Radicada em São Paulo, é artista multiplataforma e utiliza: desenho, pintura, colagens, instalações, vídeo-entrevistas, fotografias, literatura, performances. Sua poética percorre cartografias da memória, identidade, ancestralidade, resistência indígena e pensamento anticolonial. Atualmente está participando com o  "Museu da Silva" na 30 edição do Programa de Exposições  CCSP Mostra de 2020. Participou, com Janaú, da Bienal "Nirin" em Sidney (curador Brook Andrew) com o vídeo da Marcha das Mulheres Indígenas (2019); do Seminário de Histórias Indígenas do MASP (2019); da Exposição “Agosto indígena” (2019) - São Paulo; da Teko Porã, na exp.coletiva “Re-antropofagia” com curadoria de Denilson Baniwa e Pedro Gradella em Niterói - Centro de Artes da UFF (2019). Já foi indicada ao Prêmio de Arte e Educação da Revista Select, em 2018, pelo projeto II Bienal do Ouvidor 63, ocorrido na maior ocupação artística de São Paulo.  

PEDRO VALENTIM

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Pedro Valentim, ou PDR, é MC da cultura Hip Hop, artista visual, poeta, integrante da @familia_de_rua e jornalista. Atua como social media e curador do festival @palcohiphop. É responsável também, junto aos demais integrantes da FDR, pelo Duelo de MCs e @duelonacional, nos quais atua como coordenador de comunicação e produtor. No campo das artes gráficas, PDR também é um dos idealizadores do @festivalnuh, projeto que teve sua primeira realizada em 2021.

THIAGO VENTURA

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Há 10 anos trabalhando como comediante stand up, Thiago Ventura realizou várias turnês nacionais e internacionais com seus shows solos. Em 2019 foi o primeiro comediante de stand up a ganhar o Prêmio de Humor idealizado por Fábio Porchat na categoria “Melhor Texto” com o show solo “Só Agradece”. Atualmente, integra alguns dos maiores grupos de stand up do país e já publicou três especiais de comédia, sendo dois no Youtube (com mais de 10 milhões de visualizações cada) e um na Netflix, onde ficou em primeiro lugar na categoria “Em alta do Brasil”. Em 2021, Thiago Ventura está em cartaz em São Paulo com seu quarto show solo, chamado MODO EFETIVO.

ALMA NEGROT

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Alma Negrot é um artista multimídia que desdobra seu trabalho em performance, maquiagem e direção de arte através de editoriais de moda, publicidade e videoclipes. Suas poéticas permeiam as infinitas possibilidades de existência e suas potências através da manufatura do corpo e ressignificação de símbolos experimentando desde cosméticos à materiais de descarte.

BIANCA BIXARTE

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Cantora, compositora, poetisa e rapper são faces da arte que a Bixarte explora. Ela é bicampeã do Slam Estadual da Paraíba , finalista do Slam Brasil e ganhadora da FLUP RJ.  Além de indicada ao Prêmio SIM SÂO PAULO, ela é a primeira travesti ganhadora do Festival de Música da Paraíba. Bixarte é reconhecida porque  canta e recita sobre o que vive e também sobre suas dores, anseios e paixões embalados nos ritmos do rap, funk e etnopop.

ELIANE BRUM

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Eliane Brum é escritora, repórter e documentarista. Autora de Brasil, Construtor de Ruínas: um olhar sobre o país, de Lula a Bolsonaro (Arquipélago).

JOSEMAR AFROVULTO

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Josemar Afrovulto, nascido em Alvorada, é fotógrafo e Diretor de Fotografia, integrante da Denegrir Agência. É formado na Oficina Livre do Ponto de Cultura Teia Viva 2011, Atuou como diretor de fotografia nos documentários “Quilombo da Família Silva” (2011), “Figueira Negra” (2017), também fez Foto Still e Som direto no documentário “Batuque Gaúcho (2014), Diretor de Fotografia nos videoclipes "Ashley Banks" (2019) e "Ambição" (2020) da artista Cristal Rocha.

MAXWELL ANDRADE

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Maxwell Alexandre (Rio de Janeiro, 1990) vive e trabalha na favela da Rocinha. Criado em berço evangélico, o artista serviu o exército e foi patinador de street profissional durante 12 anos. Graduou-se em design pela universidade católica do Rio de Janeiro, a PUC-Rio, no ano de 2016. Em 2018, teve reconhecimento da Arquidiocese do Rio e recebeu o prêmio São Sebastião de Cultura. Maxwell foi eleito artista do ano de 2020 pelo Deutsche Bank e listado como um dos 35 artistas vanguardas pelo Artsy. Sua obra integra o acervo de coleções como Pinacoteca do Estado de São Paulo; Museu de Arte de São Paulo; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Arte do Rio, Musée d’Art Contemporain de Lyon e Perez Art Museum Miami. 

Maxwell considera suas obras orações e seu ateliê um templo.

N. KATHERINE HAYLES

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N. Katherine Hayles, Professora Emérita de Literatura James B. Duke da Duke University e Distinta Professora Pesquisadora de Inglês da University of California, Los Angles, leciona e escreve sobre as relações entre literatura, ciência e tecnologia nos séculos XX e XXI. Ela tem 10 livros publicados, bem como mais de cem artigos científicos revisados por pares, e é membro da Academia Americana de Artes e Ciências. Sua obra mais recente é Unthought: The Power of the Cognitive Nonconscious (2017). Ela é articulista frequente do periódico Critical Inquiry.

RENATA FELINTO

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Doutora em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2016), bolsista da CAPES e contemplada pelo PDSE pela mesma agência (2015). É Mestre em Artes Visuais (2004) e Bacharel em Artes Plásticas pela mesma instituição (2001). Licenciada em Artes pelo Programa Especial de Formação Pedagógica (Formação de Professores) do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo (2005). Especialista em Curadoria e Educação em Museus de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (2010).

Atua há 20 anos na área das artes visuais como artista, pesquisadora e educadora, dos quais dez deles foram dedicados à arte-educação em museus e instituições de arte e cultura tendo sido coordenadora do Núcleo de Educação do Museu Afro Brasil de 2007 a 2010. A arte produzida por mulheres e homens negrodescendentes tem sido seu principal tema de pesquisa, bem como pesquisar formas de registro, reconhecimento e propagação de produções não hegemônicas realizadas no âmbito das artes visuais. Sua produção pauta a questão da identidade negra feminina, deslocamentos e conexões como a globalização em diálogo com a história ancestral.

VALÉRIA BARCELLOS

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Valéria Barcellos é uma multiartista integrante do Conselho Curador do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul. Cantora há quase 30 anos, fala inglês, francês, espanhol e também é faxineira. Ela é a vontade humana de dar vez e voz as mulheres pretas e trans. Uma mulher que quer tudo ao mesmo tempo, uma mulher que é tudo o que quiser.

ANDERS SANDBERG

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Anders Sandberg é pesquisador sênior no Instituto do Futuro da Humanidade (FHI), na Oxford Martin School, da Universidade de Oxford (Reino Unido), com pesquisa focada no gerenciamento de riscos de alto impacto e baixa probabilidade, estimando as capacidades de tecnologias futuras. É também pesquisador associado ao Centro de Ética Prática Oxford Uehiro, ao Centro Oxford de Neuroética (ambos também no Reino Unido) e ao Instituto de Estudos Futuros em Estocolmo (Suécia). Anders tem formação em ciência da computação, neurociência e engenharia médica. É ph.D. em neurociência computacional pela Universidade de Estocolmo, com trabalho na modelagem de redes neurais da memória humana.

CARLOS DONADUZZI

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Fotógrafo - artista visual. Doutorando em Artes Visuais (Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS). Minha prática artística atual é baseada em referências de imagens do cotidiano e da história da arte para a construção de fotografias encenadas que discutem sobre o paradoxo real/virtual.

FAUSTO VANIN

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Fausto Vanin, cria da periferia do interior do RS, cresceu apaixonado pela tecnologia e hoje faz doutorado em Computação Aplicada. Apaixonado pelo Afrofuturismo, trabalha atualmente com tecnologia Blockchain e projetos de impacto, como a empresa Lanceiros Tech.

JULIANA NOTARI

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A sua pesquisa visual tem criado um corpo de trabalhos que encaram suas singularidades, transitando por entre a biogra-fia, o confessional, a catarse ou práticas relacionais. Com ênfases e modos de operação diversos, traumas, desejos, fantasias e medos são recolocados em suas obras instaurando relações entre subjetividades que, por sua vez, configuram o eixo central da obra da artista.

MITTI MENDONÇA

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Mitti Mendonça (1990-) é artista têxtil e ilustradora. Em 2017, criou o selo Mão Negra, para alinhavar o bordado, que circula há́ quase 100 anos entre as mulheres da família. Usufrui das técnicas de crochet, tapeçaria, bordado e arte digital. Com abordagem nas poéticas negras, a memória, o afeto e a ancestralidade, seus trabalhos são expostos em instituições, galerias e mostras de arte. Além disso, atua como oficineira em projetos sociais e elabora ilustração, com foco na área editorial e de publicidade. É natural de São Leopoldo-RS, onde reside e tem seu ateliê.

PANDORA ON THE ROAD

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Eduardo Brancalion e Rafaela Vellinho - Pandora on the Road é uma viagem de volta ao mundo em imersão na cultura de vários povos. Uma viagem sobre as rodas de um carro - que  também virou casa - em busca de vivências e (auto) conhecimento. Depois de passarem pela Europa, Ásia e Oceania e serem interrompidos pela pandemia, em fevereiro de 2021 Edu e Rafa retomaram sua expedição pelo continente africano.

RUBIANE MAIA

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Rubiane Maia é uma artista interdisciplinar que trabalha no cruzamento entre a performance, o texto e o vídeo. Em sua investigação sente-se atraída por estados de sinergia, fazendo uso do corpo para ampliar suas possibilidades de percepção para além do habitual, considerando relações de afeto e fluxo que nem sempre são visíveis. Diante disso ocupa-se de (re)elaborar constantemente sua própria noção de território existencial (espacial, temporal, cognitivo, social, político etc). Atualmente dedica-se ao estudo dos conceitos de Memória e Incorporação, muitas vezes fazendo uso de narrativas pessoais como dispositivo de ação e resiliência. Nasceu em Caratinga, Minas Gerais, mas vive e trabalha entre Vitória, Espírito Santo e Folkestone, Reino Unido.

VICTOR FREITAS

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Ator; performer; escritor; multilíngue y arte educador afrofuturista. Sou a escrevivência cearense de natividade pretíndie, numa travessia atemporal atlântica das muitas vozes exusiástica que ecoam o canto, contado pelo tempo espiralado em imagens dos encantados que habitam o mar. Abyan, territorializado ao Ilè Igbá Àsé Possun Aziri, graduando em licenciatura em teatro pelo IFCE, arte-educador afrofuturista, artistivista multilíngue que encruza linguagens artísticas como literatura, performance, teatro, artes visuais e audiovisual, detendo uma pesquisa de três anos e meio sobre memória, ancestralidade e encantamento.